o livro é seu. eu te dedico.
“ParaLeda e Geraldo Galvão Ferraz,queridos amigos; é uma alegria revê-los, nesta Sampa do meu coração.Beijo e abraços ternos e eternos(assinatura ou rubrica do autor, Antonio Torres)SP, 17.6.97”>O Cachorro e o Lobo . Antônio Torres >Enviada por Adauri Antunes (coleção particular . encontrada em sebo)
>Ele conta: Achei esse livro na estante de um sebo em Pinheiros. Peguei para olhar sem muito interesse. Quando vi a dedicatória não tive dúvida em levar.Geraldo Galvão Ferraz, o Kiko, a quem Antonio Torres dedicou seu romance, morreu no dia 8 deste fevereiro de 2013. Ele era filho da escritora e militante Patrícia Galvão, a Pagu, e do escritor Geraldo Ferraz. Tinha 71 anos e morava em São Sebastião (SP).

“Para
Leda e Geraldo Galvão Ferraz,
queridos amigos; é uma
alegria revê-los, nesta
Sampa do meu coração.
Beijo e abraços ternos e eternos
(assinatura ou rubrica do autor, Antonio Torres)
SP, 17.6.97”



>O Cachorro e o Lobo . Antônio Torres

>Enviada por Adauri Antunes (coleção particular . encontrada em sebo)

>Ele conta: Achei esse livro na estante de um sebo em Pinheiros. Peguei para olhar sem muito interesse. Quando vi a dedicatória não tive dúvida em levar.
Geraldo Galvão Ferraz, o Kiko, a quem Antonio Torres dedicou seu romance, morreu no dia 8 deste fevereiro de 2013. Ele era filho da escritora e militante Patrícia Galvão, a Pagu, e do escritor Geraldo Ferraz. Tinha 71 anos e morava em São Sebastião (SP).

“Para prof. Otavio Fanali,com abraço do Oscar Niemeyer
1961”
>Minha Experiência em Brasília . Oscar Niemeyer
>Enviada por Ana Virginia Vieira Fanali (coleção particular)
>Ela conta: Este livro eu encontrei nas coisas do meu pai, que faleceu em Out/12. Livro de Oscar Niemeyer, que trata da experiência dele em Brasília, sobre a construção de Brasília. Foi dedicado pelo próprio Oscar Niemeyer ao meu pai, no ano de 1961, que então morava em Brasília.
Ficam as lembranças, os sentimentos… saudades eternas do meu pai.

“Para prof. Otavio Fanali,
com abraço do
Oscar Niemeyer

1961”


>Minha Experiência em Brasília . Oscar Niemeyer

>Enviada por Ana Virginia Vieira Fanali (coleção particular)

>Ela conta: Este livro eu encontrei nas coisas do meu pai, que faleceu em Out/12. Livro de Oscar Niemeyer, que trata da experiência dele em Brasília, sobre a construção de Brasília. Foi dedicado pelo próprio Oscar Niemeyer ao meu pai, no ano de 1961, que então morava em Brasília.

Ficam as lembranças, os sentimentos… saudades eternas do meu pai.

“para Ariane, estes bagaços da vida,com um beijo do Nicolas”.
>O Bagaço da Laranja . Nicolas Behr
>Enviada por (coleção particular)
>Ela conta: Ganhei esse livro de um poeta marginal, brasiliense por amor e nostálgico por mérito, chamado Nicolas Behr; a obra dele é uma pérola da literatura brasileira. Após conhecer recentemente sua obra junto com meu namorado, que também ganhou um livro e uma dedicatória, entrei em contato com o autor e após alguns e-mails e livros comprados, ainda ganhei de presente a dedicatória e outros mimos (outro livros, folhetins, DVD, aquarela…)  de um cara extremamente simpático.

“para Ariane,
estes bagaços da vida,
com um beijo
do Nicolas”.


>O Bagaço da Laranja . Nicolas Behr

>Enviada por (coleção particular)

>Ela conta: Ganhei esse livro de um poeta marginal, brasiliense por amor e nostálgico por mérito, chamado Nicolas Behr; a obra dele é uma pérola da literatura brasileira. Após conhecer recentemente sua obra junto com meu namorado, que também ganhou um livro e uma dedicatória, entrei em contato com o autor e após alguns e-mails e livros comprados, ainda ganhei de presente a dedicatória e outros mimos (outro livros, folhetins, DVD, aquarela…)  de um cara extremamente simpático.


“A Vera, com beijo do colega, do amigo, do ‘deserdado filho da Vera’ Joelmir Beting 15-08-85”
>Os Juros Subversivos . Joelmir Beting
>Enviada por Vera Lucia Alves (coleção particular)
>Ela conta: Tive o privilégio, a honra, de trabalhar com o Joelmir no jornalismo da Band. Todas as noites, antes de entrar no ar, ele dava uma passadinha na minha sala de pauteira para dar uma última olhada nos jornais e colher dados para os seus comentários e a gente patia um papo. Era sempre assim. O lançamento do seu livro “Os Juros Subversivos” coincidiu com sua despedida da Band naquele ano de 1985. Estava indo para a Globo. Daí a expressão “filho deserdado de Vera”, como despedida.

“A Vera,
com beijo do
colega, do amigo,
do ‘deserdado filho
da Vera’

Joelmir Beting
15-08-85”


>Os Juros Subversivos . Joelmir Beting

>Enviada por Vera Lucia Alves (coleção particular)

>Ela conta: Tive o privilégio, a honra, de trabalhar com o Joelmir no jornalismo da Band. Todas as noites, antes de entrar no ar, ele dava uma passadinha na minha sala de pauteira para dar uma última olhada nos jornais e colher dados para os seus comentários e a gente patia um papo. Era sempre assim. O lançamento do seu livro “Os Juros Subversivos” coincidiu com sua despedida da Band naquele ano de 1985. Estava indo para a Globo. Daí a expressão “filho deserdado de Vera”, como despedida.

“A  Elisa,  pela felicidade  dos seus dragões.  1 beijo  Caio Fernando Abreu  08.88”

>Os Dragões não Conhecem o Paraíso . Caio Fernando Abreu
>Enviada por Thais França (coleção particular . encontrada em sebo)
>Ela conta: Eu não sou “Elisa”, mas sim Thais, a atual dona no livro. O livro foi comprado por mim mesma, para mim mesma em um sebo, logo quando descobri a obra de Caio Fernando Abreu. E embora não seja dedicado a mim, sempre imagino quem terá sido Elisa, quais seriam seus dragões e de certa maneira, não deixo de pensar nos meus próprios dragões. Sempre me pergunto porque será que ela resolveu vender o livro autografado? Será que foi presente do ex-amor, que agora não ama mais? Será que se converteu a alguma religião que não permite ler livros mundanos? Como disse uma vez em um artigo que escrevi sobre a experiência da literatura, os livros que comprei em sebos não são só meus, além das histórias escritas contam sua própria história, contam a história de um outro alguém antes de mim.

“A
Elisa,

pela felicidade
dos seus dragões.

1 beijo
Caio Fernando Abreu
08.88”



>Os Dragões não Conhecem o Paraíso . Caio Fernando Abreu

>Enviada por Thais França (coleção particular . encontrada em sebo)

>Ela conta: Eu não sou “Elisa”, mas sim Thais, a atual dona no livro. O livro foi comprado por mim mesma, para mim mesma em um sebo, logo quando descobri a obra de Caio Fernando Abreu. E embora não seja dedicado a mim, sempre imagino quem terá sido Elisa, quais seriam seus dragões e de certa maneira, não deixo de pensar nos meus próprios dragões. Sempre me pergunto porque será que ela resolveu vender o livro autografado? Será que foi presente do ex-amor, que agora não ama mais? Será que se converteu a alguma religião que não permite ler livros mundanos? Como disse uma vez em um artigo que escrevi sobre a experiência da literatura, os livros que comprei em sebos não são só meus, além das histórias escritas contam sua própria história, contam a história de um outro alguém antes de mim.

“Para Lucas ConradoOfereço esse livrinho com minha amizade e admiração. Foi um verdadeiro prazer conhecê-lo,quero vê-lo escrever cada vez mais.Rio, 07/01/2012.”>As Coisas Simpáticas da Vida . Felipe Peixoto Braga Netto>Enviada por Lucas Conrado (coleção particular)>Ele conta: Conheci o livro meio por acaso e, quando li a crônica “Um turista que nasceu aqui”, me deu uma vontade louca de conhecer a Ponta Verde, em Maceió - AL. Cheguei em Maceió no sábado passado e, hoje à tarde, fui caminhando até Ponta Verde, com o livro debaixo do braço. Chegando no local, reli a crônica, vendo o cenário que ela descrevia bem de pertinho.Sobre a dedicatória, foi do próprio autor. Nos conhecemos em janeiro desse ano, quando ele foi ao Rio de Janeiro (onde moro) passar uns dias.
Essa vontade de ele querer me ver escrever cada vez mais vem do fato de ele ter lido minha crônica sobre o livro dele, em meu blog: http://lucasconrado.blogspot.com.br/2009/04/sugestao-do-meus-pensamentos.html

“Para Lucas Conrado

Ofereço esse livrinho com minha amizade e
admiração.
Foi um
verdadeiro prazer conhecê-lo,

quero vê-lo escrever cada
vez mais.


Rio, 07/01/2012.”



>As Coisas Simpáticas da Vida . Felipe Peixoto Braga Netto

>Enviada por Lucas Conrado (coleção particular)

>Ele conta: Conheci o livro meio por acaso e, quando li a crônica “Um turista que nasceu aqui”, me deu uma vontade louca de conhecer a Ponta Verde, em Maceió - AL. Cheguei em Maceió no sábado passado e, hoje à tarde, fui caminhando até Ponta Verde, com o livro debaixo do braço. Chegando no local, reli a crônica, vendo o cenário que ela descrevia bem de pertinho.

Sobre a dedicatória, foi do próprio autor. Nos conhecemos em janeiro desse ano, quando ele foi ao Rio de Janeiro (onde moro) passar uns dias.

Essa vontade de ele querer me ver escrever cada vez mais vem do fato de ele ter lido minha crônica sobre o livro dele, em meu blog: http://lucasconrado.blogspot.com.br/2009/04/sugestao-do-meus-pensamentos.html



“Betinho,abraço cúmplice e de fé!
Frei BettoBH 14/10/02”
>Alfabetto - Autobiografia Escolar . Frei Betto
>Enviada por Betinho Duarte (coleção particular)
>Ele conta: Conheço o Frei Betto há muitos anos. Fomos amigos de infância. Moravamos perto. Eu no Bairro Santo Antônio e ele no Bairro Carmo em Belo Horizonte. O livro conta  a história da sua infância e adolescencia. Muito parecida com a minha. Tenho um a profunda admiração por ele.

“Betinho,
abraço cúmplice
e de fé!

Frei Betto
BH 14/10/02”

>Alfabetto - Autobiografia Escolar . Frei Betto

>Enviada por Betinho Duarte (coleção particular)

>Ele conta: Conheço o Frei Betto há muitos anos. Fomos amigos de infância. Moravamos perto. Eu no Bairro Santo Antônio e ele no Bairro Carmo em Belo Horizonte. O livro conta  a história da sua infância e adolescencia. Muito parecida com a minha. Tenho um a profunda admiração por ele.

“Para a Ana Haterly, estas palavras que não sabem se são poemas, estas tentativas. Com a minha estima e admiração José Luís Peixoto Lisboa, 2 Dez. 2002”

>A Casa, a Escuridão .  José Luís Peixoto
>Enviada por Déa Paulino (coleção particular . encontrada em sebo)
>Ela conta: Moro no interior de SP e fui encontrada pelo livro, que é uma publicação portuguesa, em um sebo carioca. Fazia tempo que procurava pelo título e fiquei felicíssima quando descobri que “constava no sistema” um exemplar autografado. Me surpreendi quando encontrei não só um só autógrafo, mas uma dedicatória. Pesquisei e descobri que a Ana Hatherly - que não é um nome muito comum -, para quem o livro foi dedicado, é também escritora, professora e artista plástica. Desde então já ganhei longos e deliciosos minutos tecendo estórias que poderiam explicar que caminhos e motivos trouxeram o livro para mim.

“Para a Ana Haterly,
estas palavras que
não sabem se são
poemas, estas tentativas.


Com a minha estima
e admiração

José Luís Peixoto

Lisboa, 2 Dez. 2002”


>A Casa, a Escuridão .  José Luís Peixoto

>Enviada por Déa Paulino (coleção particular . encontrada em sebo)

>Ela conta: Moro no interior de SP e fui encontrada pelo livro, que é uma publicação portuguesa, em um sebo carioca. Fazia tempo que procurava pelo título e fiquei felicíssima quando descobri que “constava no sistema” um exemplar autografado. Me surpreendi quando encontrei não só um só autógrafo, mas uma dedicatória. Pesquisei e descobri que a Ana Hatherly - que não é um nome muito comum -, para quem o livro foi dedicado, é também escritora, professora e artista plástica. Desde então já ganhei longos e deliciosos minutos tecendo estórias que poderiam explicar que caminhos e motivos trouxeram o livro para mim.

“A Violeta Morato, o abraço e a simpatia de Carlos Drummond de Andrade Rio, 2. XI. 85”
>Antologia Poética . Carlos Drummond de Andrade
>Enviada por Violeta Morato (coleção particular)
>Ela conta: andava eu lá pelos vinte e poucos anos na faculdade a estudar a obra de Drummond, pois bem que chegava o dia do aniversário dele e eu consegui o telefone dele na lista mesmo. Com toda falta de temor reverencial, liguei para cumprimentá-lo e esta foi apenas a primeira de muitas ligações que se seguiram durante alguns anos. Marcamos um encontro no Rio em 1986, mas quando lá cheguei soube que Julieta estava internada e o resto da história você já deve saber. Nunca nos encontramos, nos falávamos algumas vezes por ano. Tínhamos em comum, a mineiridade e a distância da nossa terra. Um dia chegou a minha casa, assim sem aviso um pacote cujo conteúdo era um livro (Antologia Poética) com esta dedicatória: sóbria e carinhosa, como ele mesmo.

“A Violeta Morato,
o abraço e a simpatia de
Carlos Drummond de Andrade

Rio, 2. XI. 85”


>Antologia Poética . Carlos Drummond de Andrade

>Enviada por Violeta Morato (coleção particular)

>Ela conta: andava eu lá pelos vinte e poucos anos na faculdade a estudar a obra de Drummond, pois bem que chegava o dia do aniversário dele e eu consegui o telefone dele na lista mesmo. Com toda falta de temor reverencial, liguei para cumprimentá-lo e esta foi apenas a primeira de muitas ligações que se seguiram durante alguns anos. Marcamos um encontro no Rio em 1986, mas quando lá cheguei soube que Julieta estava internada e o resto da história você já deve saber. Nunca nos encontramos, nos falávamos algumas vezes por ano. Tínhamos em comum, a mineiridade e a distância da nossa terra. Um dia chegou a minha casa, assim sem aviso um pacote cujo conteúdo era um livro (Antologia Poética) com esta dedicatória: sóbria e carinhosa, como ele mesmo.

“Anny, que as palavras que aqui fizeram ninho desabrochem outros grãos, outras gotas, tardes, amanhãs e o plenilúnio… centelhas rasgando vida… 
Denison Mendes Julho/2011”
>Bonsais Atômicos . Denison Mendes >Enviada por: Anny (coleção particular)>Ela conta: Primeiro livro que adquiri de um seguidor do Twitter ao qual eu também sigo. É significativo porque trata-se de uma obra baseada em uma coletânea de textos postados pelo autor em 140 caracteres, no próprio Twitter

“Anny,
que as palavras que aqui

fizeram ninho desabrochem
outros grãos, outras gotas,
tardes, amanhãs e o plenilúnio…
centelhas rasgando vida…

Denison Mendes
Julho/2011”

>Bonsais Atômicos . Denison Mendes

>Enviada por: Anny (coleção particular)

>Ela conta: Primeiro livro que adquiri de um seguidor do Twitter ao qual eu também sigo. É significativo porque trata-se de uma obra baseada em uma coletânea de textos postados pelo autor em 140 caracteres, no próprio Twitter