“Dedico este livro a Balu,
que hoje descansa no barro,
juntamente com outros
grandes homens que já
perdi.
Meu caçador-de-carambolas,
capitão da serra de
alma azul.
Este livro me fez lembrar
dos tempos em que eu
ainda sabia falar a língua
dos peixes,
e ouvia conselhos
de passarinhos.
Sagrado barro que hoje é sua
cama. O valor deste barro eu
nunca esqueci.
Jacareí, 2013”
>Sagarana . Guimarães Rosa
>Enviada por Mariana Albuquerque ( coleção particular )
>Ela conta: Balu, era o apelido do meu falecido pai, que um dia foi um pequeno criador de gado na região de São Francisco Xavier.
Uma fazenda humilde, mas carinhosa, onde tive a melhor infância que alguém poderia ter.

