o livro é seu. eu te dedico.
“Não era para ter vindo. Mas já que veio, que tenha vindo junto com a única coisa boa que essa doença traz: reflexões sobre os verdadeiros valores da vida.Graças ao seu otimismo e vontade de viver  felizmente ela se foi, e agora meu desejo é que tudo que foi ressignificado em sua vida não vá embora com ela. Nunca.Espero que esse livro te ajude nessa missão.P.S. Te acompanhar nessa luta me trouxe um grande aprendizado também, que eu nunca me esquecerei.Te amoVera dez/12”
>Giane – vida, arte e luta . Guilherme Fiuza
>Enviada por Vera Lucia
>Ela conta: Meu marido, Alan Borim, um jovem de 33 anos, passou por quase dois anos lutando contra dois tipos de câncer num passado recente.Foi uma fase de muita luta, mas, ele sempre esteve otimista e nunca se deixou abater. Em nenhum momento chorou ou perdeu as esperanças. Um guerreiro. Já tínhamos um filho na época e o segundo na barriga quando descobrimos, acho que isso o ajudou a lutar ainda mais.Hoje, já curado e sem sinais da doença há um ano, tem demonstrado que anda esquecendo alguns valores que ganhou com a doença por vezes. E não quero que todo o aprendizado caia no esquecimento, que a doença e a cura tenha sido em vão…

“Não era para ter vindo. Mas já que veio, que
tenha vindo junto com a única coisa boa que
essa doença traz: reflexões sobre os verdadeiros
valores da vida.

Graças ao seu otimismo e vontade de viver
felizmente ela se foi, e agora meu desejo é
que tudo que foi ressignificado em sua vida
não vá embora com ela. Nunca.

Espero que esse livro te ajude nessa missão.

P.S. Te acompanhar nessa luta me trouxe um
grande aprendizado também, que eu nunca
me esquecerei.

Te amo

Vera dez/12”



>Giane – vida, arte e luta . Guilherme Fiuza

>Enviada por Vera Lucia

>Ela conta: Meu marido, Alan Borim, um jovem de 33 anos, passou por quase dois anos lutando contra dois tipos de câncer num passado recente.

Foi uma fase de muita luta, mas, ele sempre esteve otimista e nunca se deixou abater. Em nenhum momento chorou ou perdeu as esperanças. Um guerreiro. Já tínhamos um filho na época e o segundo na barriga quando descobrimos, acho que isso o ajudou a lutar ainda mais.

Hoje, já curado e sem sinais da doença há um ano, tem demonstrado que anda esquecendo alguns valores que ganhou com a doença por vezes. E não quero que todo o aprendizado caia no esquecimento, que a doença e a cura tenha sido em vão…

Isa, agora que és maior de idade podes colocar tuas asas de fora, por isso a história da gaivota. Como bem sabes, te considero muito  especial e tenho por ti um sentimento diferenciado e de verdade. Não existe feliz aniversário, porque é muito pouco. Te desejo na realidade feliz todo dia. Fica em paz. Espero que isso aqui te reforce a noção de que vale a pena alçar vôos mais altos, de que nós valemos a pena. Te amo.Thiago C.F. 13/11/10
>Fernão Capelo Gaivota . Richard Bach
>Enviada por Isadora Manerich (coleção particular)
>Ela conta: Thiago hoje não é só meu namorado, mas sim a pessoa mais importante da minha vida. Nós crescemos muito um com o outro, compartilhamos secretamente coisas que ninguém imagina. Sempre nos presenteamos com livros e fortes dedicatórias. Fernão Capelo Gaivota foi o primeiro da nossa história, por isso sempre será lembrado com muito carinho, até mesmo porque é uma ótima leitura.

Isa,
agora que és maior de idade
podes colocar tuas asas de fora, por isso
a história da gaivota. Como bem sabes, te considero muito
especial e tenho por ti um sentimento diferenciado e de verdade.


Não existe feliz aniversário, porque é
muito pouco. Te desejo na realidade feliz
todo dia. Fica em paz.


Espero que isso aqui te reforce a noção
de que vale a pena alçar vôos mais
altos, de que nós valemos a pena.


Te amo.
Thiago C.F. 13/11/10


>Fernão Capelo Gaivota . Richard Bach

>Enviada por Isadora Manerich (coleção particular)

>Ela conta: Thiago hoje não é só meu namorado, mas sim a pessoa mais importante da minha vida. Nós crescemos muito um com o outro, compartilhamos secretamente coisas que ninguém imagina. Sempre nos presenteamos com livros e fortes dedicatórias. Fernão Capelo Gaivota foi o primeiro da nossa história, por isso sempre será lembrado com muito carinho, até mesmo porque é uma ótima leitura.

“Normanda,Hay días que no sé ló que me pasa, mas Joaquín Salvador Lavado é sempre o porto seguro de humor fino de todos os dias. Minha esperança é que você goste dele tanto quanto eu – e que ele presenteie o mundo com o seu sorriso!Guilherme”
>Esto no es todo . Quino >Enviada por Normanda Leitão (coleção particular)

“Normanda,

Hay días que no sé ló que me pasa, mas
Joaquín Salvador Lavado é sempre o
porto seguro de humor fino de todos
os dias. Minha esperança é que você
goste dele tanto quanto eu – e que ele
presenteie o mundo com o seu sorriso!


Guilherme”

>Esto no es todo . Quino

>Enviada por Normanda Leitão (coleção particular)


“…… querido, Aproveitei as férias para organizar meus livros. No meio deles, dois exemplares desse aqui. Esse é seu. Para entender o motivo, vide página 143. Espero que goste (: Beijo, Cata. jan/ 2013”
>Estrela da Vida Inteira . Manuel Bandeira
>Enviada por Catarina
>Ela conta: O livro era meu. Por algum motivo, eu tinha dois exemplares. Não tenho muito espaço, por isso, sempre presenteio meus amigos com livros e revistas. Não é uma escolha aleatória. Algo nas publicações tem que me lembrar deles ou alguma situação que vivemos juntos. Resolvi doar esse para um amigo muito especial. Ele não é brasileiro e não entendeu quando, em uma despedida, eu brinquei e disse “vou-me embora pra Pasárgada”. O poema Vou-me embora pra Pasárgada está na página 143.

“…… querido,

Aproveitei as férias para organizar
meus livros. No meio deles, dois
exemplares desse aqui. Esse é seu.

Para entender o motivo, vide página 143.

Espero que goste (:
Beijo, Cata.
jan/ 2013”


>Estrela da Vida Inteira . Manuel Bandeira

>Enviada por Catarina

>Ela conta: O livro era meu. Por algum motivo, eu tinha dois exemplares.
Não tenho muito espaço, por isso, sempre presenteio meus amigos com livros e revistas. Não é uma escolha aleatória. Algo nas publicações tem que me lembrar deles ou alguma situação que vivemos juntos.
Resolvi doar esse para um amigo muito especial. Ele não é brasileiro e não entendeu quando, em uma despedida, eu brinquei e disse “vou-me embora pra Pasárgada”. O poema Vou-me embora pra Pasárgada está na página 143.



“Fátima:Os livros são as tochas que iluminam as sendas do profissional do Direito. Que haja muitas luzes no seu caminho, votos que formulo neste seu aniversário. Salve, 14.01.91 Otílio”
>Código Comercial Brasileiro
>Enviada por Penelope Wittzs (coleção particular . encontrada)
>Ela conta: Andando pelas ruas de Copacabana, achei este livro no meio do lixo… Fiquei curiosa e fui ver o que era, por que me surpreendeu que alguém jogasse um livro fora. Ao abrir o exemplar do Código Comercial Brasileiro, me deparei com essa bela dedicatória de 1991, e fiquei cheia de perguntas sobre o livro, a dona, o motivo que fez o livro ser jogado fora, e tudo mais…

“Fátima:
Os livros são as tochas que
iluminam as sendas do profissional
do Direito. Que haja muitas luzes
no seu caminho, votos que formulo
neste seu aniversário.
Salve, 14.01.91 
Otílio”


>Código Comercial Brasileiro

>Enviada por Penelope Wittzs (coleção particular . encontrada)

>Ela conta: Andando pelas ruas de Copacabana, achei este livro no meio do lixo… Fiquei curiosa e fui ver o que era, por que me surpreendeu que alguém jogasse um livro fora. Ao abrir o exemplar do Código Comercial Brasileiro, me deparei com essa bela dedicatória de 1991, e fiquei cheia de perguntas sobre o livro, a dona, o motivo que fez o livro ser jogado fora, e tudo mais…


“31/12/98Gabriela, este livro traz estórias de um homem saudoso de seus tempos de menino, de criança. São estórias lindas, que muito enriquecem quem as lêem. Você, minha filha, um dia refletirá sobre as coisas de sua infância, sobre seu tempo de menina, e sentirás uma saudade inexplicável e incontrolável. Nesses dias de reflexão, quando então terás a exata ciência de quão cruéis são os homens adultos em suas ambições desenfreadas, quererás retornar a um tempo de inocência, quererás ser, como efetivamente és, uma pequena princesa… Deus permita que guardes esse ar de alegria e inocência. beijos de seu pai Zeca Pedra”
>O Pequeno Príncipe . Antoine de Saint-Exupéry
>Enviada por Gabriela Botelho (coleção particular)
>Ela conta: Esse livro quem me deu foi meu pai, aos 7 anos, na verdade, ele repassou para mim, porque como já dito, era dele, quando menino. Ele me repassou o livro nessa idade, porque segundo ele, eu já estava pronta para compreender a mensagem, e, ao mesmo tempo, mantinha a inocência de uma criança para enxergar tudo como enxergou o Princepezinho.

“31/12/98
Gabriela,
este livro traz estórias de um homem saudoso de seus tempos de menino, de criança. São estórias lindas, que muito enriquecem quem as lêem.

Você, minha filha, um dia refletirá sobre as coisas de sua infância, sobre seu tempo de menina, e sentirás uma saudade inexplicável e incontrolável.

Nesses dias de reflexão, quando então terás a exata ciência de quão cruéis são os homens adultos em suas ambições desenfreadas, quererás retornar a um tempo de inocência, quererás ser, como efetivamente és, uma pequena princesa…

Deus permita que guardes esse ar de alegria e inocência.

beijos de seu pai
Zeca Pedra”



>O Pequeno Príncipe . Antoine de Saint-Exupéry

>Enviada por Gabriela Botelho (coleção particular)

>Ela conta: Esse livro quem me deu foi meu pai, aos 7 anos, na verdade, ele repassou para mim, porque como já dito, era dele, quando menino. Ele me repassou o livro nessa idade, porque segundo ele, eu já estava pronta para compreender a mensagem, e, ao mesmo tempo, mantinha a inocência de uma criança para enxergar tudo como enxergou o Princepezinho.

“Eu sei, eu sei, escrever-te (me) aqui não faria sentido já que foi a mamãe quem te (me) deu este livro, mas acho que não poderia ser diferente.Sempre achei que foi uma sorte - ou um azar desgraçado - que Machado de Assis e Nelson Rodrigues não tenham conhecido a família louca que são os Pereira Nunes. Eles se esbaldariam! Com tantos amores, traições, invejas, admirações… Com os filhos bastardos, os pais refugiados, as loucuras (às vezes) diagnosticadas, as guerras enfrentadas e todos os agregados. Uma família que teve tanto tempo de glória e que, agora, a cada ano que passa fica mais e mais decadente. As quatro esbeltas irmãs, as mais belas do Rio de Janeiro, agora gordas, sem dentes, carecas, alcoolatras, se não já mortas. A mãe/ avó/ bisavó que se perdeu em tempos remotos e viu as filhas, frutos de seu próprio ventre, enlouquecerem e/ ou morrerem. Adão, o primeiro da estirpe, mumificado em lendas e adorações que preenchem o pai e avô que nunca foi. Os netos separados por antigos e estúpidos rancores os quais eles juram que ainda fazem sentido. Os bisnetos privados das histórias completas da família que mal conhecem. Uma família cuja história é tão complexa e fantástica que mudo de opinião: qualquer escritor se esbaldaria se soubesse de sua existência.Mas a verdade é que García Márquez fez o que acreditei ser impossível. Pois não foi preciso conhecer os Pereira Nunes para escrever sobre eles. Os Buendía dão conta. Cada um perdido em seu próprio tempo e espaço, iludido e desiludido com verdades duras, quase impenetráveis. Todos - Buendía e Pereira Nunes - condenados a cem anos de solidão.Assim, dedico este livro, que me foi dado por minha mãe, não apenas a mim, mas a todos que, como eu, têm esta aterrorizante família e que, mesmo sem sobrenome, tem no sangue a marca seja dos Pereira Nunes, dos Buendía ou ambos: Manuel Camillo, Pilar, Thales, Otto, Maria Eduarda, Joana, Santiago, Paula, Carla, Manoela, Mariana. Alice, Abigail, Tonico, Juliana, Renato, Liana. Bebeto também E Marquinhos, Pedro, Marcelo e Rodrigo. Sônia, Ana Rosa, Alaíde. Que não se esqueçam (e me incluo aqui) desta história nossa que não é uma, mas mil. E que, em algum canto ou momento, se livrem de todos esses anos de solidão, pois tenho certeza de que esta é nossa segunda chance.Clara(verão de 2013, São Francisco do Sul, SC/ São Paulo, SP)”>Cem anos de solidão. Gabriel García Márquez>Enviada por Clara (coleção particular)>No fim do ano passado, ganhei de minha mãe “Cem anos de solidão”. Comecei a ler, mas por causa de viagens e festas e pessoas chegando e indo embora, só consegui o ler realmente em meados de janeiro. A cada capítulo, página, frase, palavra, eu lembrava mais e mais de minha família - que tem uma história quase tão louca quanto à do livro. Era como se García Márquez contasse a minha história. De meus bisavós, avós, tios, primos etc. Uma família com tanto, que acabou se desfazendo em ventanias de solidão.Quando terminei o último capítulo, estava tão extasiada, entusiasmada e, ao mesmo tempo, tão triste e nostálgica que precisei escrever a mim mesma - e também a meus parentes - o que estava sentindo. Precisava transformar o sentimento em pensamento para poder me fazer sentido. Então, escrevi essa dedicatória. E a cada momento penso em outras pessoas da família - que parece que não acaba mais de tão grande que é - e tenho vontade de fazer um asterisco e colocar o nome deles. Pedrinho, Ísis, a outra Abigail… É tanta gente! Mal dá para acreditar que estão todos, assim como os Buendía, perdidos em tantos anos de solidão.

“Eu sei, eu sei, escrever-te (me) aqui não faria sentido já que foi a mamãe quem te (me) deu este livro, mas acho que não poderia ser diferente.

Sempre achei que foi uma sorte - ou um azar desgraçado - que Machado de Assis e Nelson Rodrigues não tenham conhecido a família louca que são os Pereira Nunes. Eles se esbaldariam! Com tantos amores, traições, invejas, admirações… Com os filhos bastardos, os pais refugiados, as loucuras (às vezes) diagnosticadas, as guerras enfrentadas e todos os agregados. Uma família que teve tanto tempo de glória e que, agora, a cada ano que passa fica mais e mais decadente. As quatro esbeltas irmãs, as mais belas do Rio de Janeiro, agora gordas, sem dentes, carecas, alcoolatras, se não já mortas. A mãe/ avó/ bisavó que se perdeu em tempos remotos e viu as filhas, frutos de seu próprio ventre, enlouquecerem e/ ou morrerem. Adão, o primeiro da estirpe, mumificado em lendas e adorações que preenchem o pai e avô que nunca foi. Os netos separados por antigos e estúpidos rancores os quais eles juram que ainda fazem sentido. Os bisnetos privados das histórias completas da família que mal conhecem. Uma família cuja história é tão complexa e fantástica que mudo de opinião: qualquer escritor se esbaldaria se soubesse de sua existência.

Mas a verdade é que García Márquez fez o que acreditei ser impossível. Pois não foi preciso conhecer os Pereira Nunes para escrever sobre eles. Os Buendía dão conta. Cada um perdido em seu próprio tempo e espaço, iludido e desiludido com verdades duras, quase impenetráveis. Todos - Buendía e Pereira Nunes - condenados a cem anos de solidão.

Assim, dedico este livro, que me foi dado por minha mãe, não apenas a mim, mas a todos que, como eu, têm esta aterrorizante família e que, mesmo sem sobrenome, tem no sangue a marca seja dos Pereira Nunes, dos Buendía ou ambos: Manuel Camillo, Pilar, Thales, Otto, Maria Eduarda, Joana, Santiago, Paula, Carla, Manoela, Mariana. Alice, Abigail, Tonico, Juliana, Renato, Liana. Bebeto também E Marquinhos, Pedro, Marcelo e Rodrigo. Sônia, Ana Rosa, Alaíde. Que não se esqueçam (e me incluo aqui) desta história nossa que não é uma, mas mil. E que, em algum canto ou momento, se livrem de todos esses anos de solidão, pois tenho certeza de que esta é nossa segunda chance.

Clara
(verão de 2013, São Francisco do Sul, SC/ São Paulo, SP)”


>Cem anos de solidão. Gabriel García Márquez

>Enviada por Clara (coleção particular)

>No fim do ano passado, ganhei de minha mãe “Cem anos de solidão”. Comecei a ler, mas por causa de viagens e festas e pessoas chegando e indo embora, só consegui o ler realmente em meados de janeiro. A cada capítulo, página, frase, palavra, eu lembrava mais e mais de minha família - que tem uma história quase tão louca quanto à do livro. Era como se García Márquez contasse a minha história. De meus bisavós, avós, tios, primos etc. Uma família com tanto, que acabou se desfazendo em ventanias de solidão.

Quando terminei o último capítulo, estava tão extasiada, entusiasmada e, ao mesmo tempo, tão triste e nostálgica que precisei escrever a mim mesma - e também a meus parentes - o que estava sentindo. Precisava transformar o sentimento em pensamento para poder me fazer sentido. Então, escrevi essa dedicatória. E a cada momento penso em outras pessoas da família - que parece que não acaba mais de tão grande que é - e tenho vontade de fazer um asterisco e colocar o nome deles. Pedrinho, Ísis, a outra Abigail… É tanta gente! Mal dá para acreditar que estão todos, assim como os Buendía, perdidos em tantos anos de solidão.

“Flavinha, essa menina que tanto pode, mesmo duvidando de si mesma de vez em quando. Imagina então quando deixar de duvidar… Beijos saudosos, Gabriel Banaggia. 09/12”

>Fantasma . Luiz Alfredo Garcia-Roza
>Enviada por Flávia Custódio Coe (coleção particular)
>Ela conta: O livro foi me dado de presente por um grande amigo que veio a Londres me visitar em setembro. Eu estava há um ano e meio sem voltar ao Brasil. Mas na época que ele veio eu consegui uma bolsa para estudar na Itália. Não nos encontramos em Londres, e ele deixou este livro para mim no meu apartamento. Mas sem dedicatória. Fui ao Brasil em dezembro e levei o livro para ele escrever a dedicatória, que para mim é tão importante quanto o próprio livro. Ele escreveu no dia em que eu estava embarcando para Londres e pediu que eu não lesse até chegar aqui. No aeroporto eu abri o livro porque queria me distrair com alguma coisa. Li a dedicatória, fiquei tão feliz que desandei a chorar :)

“Flavinha,
essa menina que tanto pode,
mesmo duvidando de si mesma
de vez em quando. Imagina então
quando deixar de duvidar…

Beijos saudosos, Gabriel Banaggia. 09/12




>Fantasma . Luiz Alfredo Garcia-Roza

>Enviada por Flávia Custódio Coe (coleção particular)

>Ela conta: O livro foi me dado de presente por um grande amigo que veio a Londres me visitar em setembro. Eu estava há um ano e meio sem voltar ao Brasil. Mas na época que ele veio eu consegui uma bolsa para estudar na Itália. Não nos encontramos em Londres, e ele deixou este livro para mim no meu apartamento. Mas sem dedicatória. Fui ao Brasil em dezembro e levei o livro para ele escrever a dedicatória, que para mim é tão importante quanto o próprio livro. Ele escreveu no dia em que eu estava embarcando para Londres e pediu que eu não lesse até chegar aqui. No aeroporto eu abri o livro porque queria me distrair com alguma coisa. Li a dedicatória, fiquei tão feliz que desandei a chorar :)

” ‘Jardim InteriorTodos os jardins deveriam ser fechados,com altos muros de um cinza muito pálido,onde uma fonte pudesse cantarsozinhaentre o vermelho dos cravos.O que mata um jardim não é mesmo alguma ausêncianem o abandono…O que mata um jardim é esse olhar vaziode quem por ele passa indiferente.’M. Quintana‘Eu poderia gastar todo o cuspe do mundo explicando e não explicava, o que interessa está escondido.’L. F. TellesGabriela,continue prestando atenção ao que está escondido.Feliz Aniversário!Bruna, Ian e Vinícius  Primavera de 2012”>O que Deu Para Fazer em Matéria de História de Amor . Elvira Vigna >Enviada por Gabriela De Grande Guerreiro (coleção particular)>Ela conta: Meus amigos e eu somos previsíveis: presente de aniversário acaba sendo sempre um livro. Esse em especial marcou um ano de reaproximação, mais comemorações e mais livros na estante.

” ‘Jardim Interior

Todos os jardins deveriam ser fechados,
com altos muros de um cinza muito pálido,
onde uma fonte
pudesse cantar
sozinha
entre o vermelho dos cravos.
O que mata um jardim não é mesmo
alguma ausência
nem o abandono…
O que mata um jardim é esse olhar vazio
de quem por ele passa indiferente.’
M. Quintana

‘Eu poderia gastar todo o cuspe do mundo explicando e não explicava, o que interessa está escondido.’
L. F. Telles

Gabriela,
continue prestando atenção
ao que está escondido.
Feliz Aniversário!

Bruna, Ian e Vinícius
Primavera de 2012”




>O que Deu Para Fazer em Matéria de História de Amor . Elvira Vigna

>Enviada por Gabriela De Grande Guerreiro (coleção particular)

>Ela conta: Meus amigos e eu somos previsíveis: presente de aniversário acaba sendo sempre um livro. Esse em especial marcou um ano de reaproximação, mais comemorações e mais livros na estante.

“Clarinha, dezoito anos representam muita coisa. Uma montanha de sonhos, mil caminhos, mil escolhas. Estamos no início daquilo para o qual nos preparamos a vida toda até então.‘A vida se abrirá num feroz carrossel’Tenha força para lutar pelos seus sonhos.Tenha coragem para fazer de TODO dia um NOVO dia.Tenha leveza para aproveitar o melhor da vida.Te dei esse livro (indicado pelo meu irmão) porque quando li, ele povoou meu coração e minha cabecinha de coisas lindas.Gostaria que todo mundo lesse esse livro, mas em especial, você, que será escrevivedoraBeijos,Bellie”>Brincabulário . Marta Lagarta
>Enviada por Isabella Valentim>Ela conta: Esse livro foi dado a uma amiga que pretende cursar Letras e ser escritora em seu aniversário de 18 anos (quando estávamos no 3º ano do colégio). É um livro infantil de neologismos divertidíssimo indicado por meu irmão na época com 10 anos. 

“Clarinha, dezoito anos representam muita coisa. Uma
montanha de sonhos, mil caminhos, mil escolhas. Estamos no
início daquilo para o qual nos preparamos a vida toda até
então.

‘A vida se abrirá num feroz carrossel’
Tenha força para lutar pelos seus sonhos.
Tenha coragem para fazer de TODO dia um NOVO dia.
Tenha leveza para aproveitar o melhor da vida.

Te dei esse livro (indicado pelo meu irmão) porque quando li,
ele povoou meu coração e minha cabecinha de coisas lindas.

Gostaria que todo mundo lesse esse livro, mas em especial,
você, que será escrevivedora

Beijos,
Bellie”



>Brincabulário . Marta Lagarta

>Enviada por Isabella Valentim

>Ela conta: Esse livro foi dado a uma amiga que pretende cursar Letras e ser escritora em seu aniversário de 18 anos (quando estávamos no 3º ano do colégio). É um livro infantil de neologismos divertidíssimo indicado por meu irmão na época com 10 anos.