![“Sinto que esta é a terceira vez que trocamos este livro. Na primeira, quanta ingenuidade! Nunca imaginei quantas pedras colocaria em seu caminho. A segunda eu lembro ao ler os versos sublinhados, tão presentes nos meus (seus) filtros.A terceira é esta, e espero que continue sendo ingênuo ao te devolver este livro hoje.[imagine um sorriso]Com amor,LG 4/13”> Antologia Poética . Carlos Drummond de Andrade> Enviado por Clara (coleção particular)
> Ganhei este livro do meu melhor amigo em meu aniversário de 14 anos. Na época, ele me confessou, ele nem sabia quem era Drummond e muito menos o quão lindas eram suas poesias. Sua lógica foi “ah, a Clara escreve, ela deve gostar de poesia”. Bom, ele acertou em cheio, pois acabou que este livro se tornou um de meus favoritos. Ao longo dos anos, com brigas, reconciliações, pizzas, viagens, filosofias, irritações, outros aniversários etc, fomos trocando este livro, o qual é cheio de marcações minhas de várias épocas diferentes. Quatro anos depois - com ele já sabendo quem era Drummond e uma descoberta de que a “pedra no meio do caminho” se torna um filtro para a visão de mundo do eu lírico -, pedi para que ele escrevesse uma dedicatória no livro, por ser um presente especial e que, de certa forma, marcou nossa amizade. Para isso, ele pegou o livro emprestado e acabou ficando uns três meses com ele. Quando me devolveu, o livro estava todo amassado nas laterais e com esta dedicatória. Eu sorri.](http://25.media.tumblr.com/be1ff20f906943a333263f77b50916b7/tumblr_mmlcz7x9YU1rog1pro1_500.gif)
“Sinto que esta é a terceira vez que
trocamos este livro. Na primeira, quanta
ingenuidade! Nunca imaginei quantas pedras
colocaria em seu caminho. A segunda eu
lembro ao ler os versos sublinhados, tão
presentes nos meus (seus) filtros.
A terceira é esta, e espero que
continue sendo ingênuo ao te devolver
este livro hoje.
[imagine um sorriso]
Com amor,
LG 4/13”
> Antologia Poética . Carlos Drummond de Andrade
> Enviado por Clara (coleção particular)
> Ganhei este livro do meu melhor amigo em meu aniversário de 14 anos. Na época, ele me confessou, ele nem sabia quem era Drummond e muito menos o quão lindas eram suas poesias. Sua lógica foi “ah, a Clara escreve, ela deve gostar de poesia”. Bom, ele acertou em cheio, pois acabou que este livro se tornou um de meus favoritos. Ao longo dos anos, com brigas, reconciliações, pizzas, viagens, filosofias, irritações, outros aniversários etc, fomos trocando este livro, o qual é cheio de marcações minhas de várias épocas diferentes. Quatro anos depois - com ele já sabendo quem era Drummond e uma descoberta de que a “pedra no meio do caminho” se torna um filtro para a visão de mundo do eu lírico -, pedi para que ele escrevesse uma dedicatória no livro, por ser um presente especial e que, de certa forma, marcou nossa amizade. Para isso, ele pegou o livro emprestado e acabou ficando uns três meses com ele. Quando me devolveu, o livro estava todo amassado nas laterais e com esta dedicatória. Eu sorri.