o livro é seu. eu te dedico.
“Preta, uma singela e eterna lembrança. Feliz aniversário. Gerson Soares. Em, 23/09/91”
>Eu e você . Paul Géraldy
>Enviada por Guilherme Castro (coleção particular)
>Ele conta: Eu nunca soube desse livro, até que minha mãe me presenteou inesperadamente, perto da minha formatura no curso de Letras…Meu pai, já falecido, não lia muito, mas sempre comprava livros para minha mãe e pedia que ela contasse as histórias pra ele (Ela era uma espécie de Xerazade, mas a convite dele!).Esse livro, ele o comprou por causa do nome do tradutor, meu xará. Depois ficou encantado por perceber que se tratavam de poesias.Segundo minha mãe, inspirado por esse livro, escrito em versos livres, ele mesmo começou a se aventurar e rabiscar alguns versos para ela.Quando ela me presenteou com esse livro, eu estudava tradução literária na faculdade, e o prefácio de Guilherme de Almeida, poeta e tradutor, inspirou meus trabalhos no curso, e foi adotado como suporte teórico pela minha professora à época, uma pessoa muito querida e que influenciou minha trajetória acadêmica.Aí estão as histórias que se cruzam nessa singela dedicatória.

“Preta, uma singela e eterna lembrança.
Feliz aniversário.
Gerson Soares.
Em, 23/09/91”

>Eu e você . Paul Géraldy

>Enviada por Guilherme Castro (coleção particular)

>Ele conta: Eu nunca soube desse livro, até que minha mãe me presenteou inesperadamente, perto da minha formatura no curso de Letras…

Meu pai, já falecido, não lia muito, mas sempre comprava livros para minha mãe e pedia que ela contasse as histórias pra ele (Ela era uma espécie de Xerazade, mas a convite dele!).

Esse livro, ele o comprou por causa do nome do tradutor, meu xará. Depois ficou encantado por perceber que se tratavam de poesias.

Segundo minha mãe, inspirado por esse livro, escrito em versos livres, ele mesmo começou a se aventurar e rabiscar alguns versos para ela.

Quando ela me presenteou com esse livro, eu estudava tradução literária na faculdade, e o prefácio de Guilherme de Almeida, poeta e tradutor, inspirou meus trabalhos no curso, e foi adotado como suporte teórico pela minha professora à época, uma pessoa muito querida e que influenciou minha trajetória acadêmica.

Aí estão as histórias que se cruzam nessa singela dedicatória.

“Visão ‘Bukowskiana’ sobre estar apaixonado: ‘se você aguenta a carga psíquica, emotiva, vale a pena’ Você vale a pena, Carina!! Um feliz aniversário, beijos! Com sinceridadeaguda,”
>Crônica de um Amor Louco . Charles Bukowski>Enviada por Carina  Albukerke>Ela conta: Ganhei o livro de um ex namorado na época da faculdade de Letras. Quando ganhei, o livro já estava bem velhinho, provavelmente veio de um sebo.

“Visão ‘Bukowskiana’ sobre estar
apaixonado: ‘se você aguenta
a carga psíquica, emotiva, vale a pena’

Você vale a pena, Carina!!

Um feliz aniversário,
beijos!


Com sinceridade
aguda,”

>Crônica de um Amor Louco . Charles Bukowski

>Enviada por Carina Albukerke

>Ela conta: Ganhei o livro de um ex namorado na época da faculdade de Letras. Quando ganhei, o livro já estava bem velhinho, provavelmente veio de um sebo.


“Rio, 24/12/69Minha menina amada,Um livro sem dedicatória é realmente uma coisa sem sentido; Por isso, aí vai -Não li ainda o livro, mas achei genial esta do Hermann Hesse:‘Talvez tenham feito uma coisa errada, podemos admitir que cometeram um êrro mas, seja como fôr, fizeram alguma coisa, realizaram algo, ousaram dar um salto e é preciso coragem para isso.’ E conclui muito bem: ‘Nós que somos aplicados, pacientes e ajuízados, não fizemos nada, não demos salto nenhum.’ Para você que não é tão aplicada, paciente ou ajuizada meu “anjo saltitante”, toda minha ternura.Cláudio.”

>O Jôgo das Contas de Vidro . Hermann Hesse
>Enviada por Isabel Pinheiro (coleção particular)
>Ela conta: Este livro/dedicatória tem um valor muito grande. Primeiro pelo autor, Herman Hesse e claro pela dedicatória, principalmente. Foi de meu pai para minha mãe. Hermann Hesse sempre foi um de seus escritores preferidos e meu pai sabendo disso, corria e se apressava para comprar tudo dele. A data de 1969 foi ano que eles se casaram e esse era o seu livro mais recente naquela época.

“Rio, 24/12/69

Minha menina amada,
Um livro sem dedicatória é realmente uma coisa sem sentido; Por isso, aí vai -

Não li ainda o livro, mas achei genial esta do Hermann Hesse:

‘Talvez tenham feito uma coisa errada, podemos admitir que cometeram um êrro mas, seja como fôr, fizeram alguma coisa, realizaram algo, ousaram dar um salto e é preciso coragem para isso.’ E conclui muito bem: ‘Nós que somos aplicados, pacientes e ajuízados, não fizemos nada, não demos salto nenhum.’ Para você que não é tão aplicada, paciente ou ajuizada meu “anjo saltitante”, toda minha ternura.

Cláudio.”



>O Jôgo das Contas de Vidro . Hermann Hesse

>Enviada por Isabel Pinheiro (coleção particular)

>Ela conta: Este livro/dedicatória tem um valor muito grande. Primeiro pelo autor, Herman Hesse e claro pela dedicatória, principalmente. Foi de meu pai para minha mãe. Hermann Hesse sempre foi um de seus escritores preferidos e meu pai sabendo disso, corria e se apressava para comprar tudo dele. A data de 1969 foi ano que eles se casaram e esse era o seu livro mais recente naquela época.

“Pode procurar, o significado de tudo que eu tô sentindo agora com certeza está aqui. Aproveite e não se esqueça demim.
Gu”

>The Beatles - A História por Trás de Todas as Canções . Steve Turner
>Enviada por Lua Bernardes (coleção particular)
>Ela conta: O livro em questão, eu ganhei do meu namorado, Gustavo, no dia 23 de Dezembro do ano passado, haviamos acabado de nos conhecer mas ele não perdeu tempo! Hehehe, como resistir a um amor que começou assim, entre Beatles e poemas?!

“Pode procurar,
o significado de tudo
que eu tô sentindo
agora com certeza
está aqui.

Aproveite e não
se esqueça de
mim.

Gu”


>The Beatles - A História por Trás de Todas as Canções . Steve Turner

>Enviada por Lua Bernardes (coleção particular)

>Ela conta: O livro em questão, eu ganhei do meu namorado, Gustavo, no dia 23 de Dezembro do ano passado, haviamos acabado de nos conhecer mas ele não perdeu tempo! Hehehe, como resistir a um amor que começou assim, entre Beatles e poemas?!

“Para a indesquecível Tálita, personagem ímpar de um romance fantástico. Com um beijo do Guto. Niterói, 02/08/2001”
>Se Um Viajante Numa Noite de Inverno . Ítalo Calvino
>Enviada por Tálita
>Ela conta: Foi realmente um romance fantástico, ele era meu professor na faculdade e só me beijou depois que eu não era mais aluna dele! Inesquecível é esse Guto.

“Para a indesquecível
Tálita, personagem ímpar
de um romance fantástico.
Com um beijo do Guto.
Niterói, 02/08/2001”

>Se Um Viajante Numa Noite de Inverno . Ítalo Calvino

>Enviada por Tálita

>Ela conta: Foi realmente um romance fantástico, ele era meu professor na faculdade e só me beijou depois que eu não era mais aluna dele! Inesquecível é esse Guto.

“Um pouco para quem já me proporcionou um tanto.Comprei este livro para mim, mas lembrei de alguém que cuidaria melhor dele. Espero que não se importe com o fato de este exemplar não fazer parte da sua coleção.Com muito carinho, do seu bom amigoDaniel02.02.2012P.S.: Quero emprestado.”> Claraboia . José Saramago
>Enviada por:Leda Ferrro (coleção particular)
>Ela conta: Ganhei este livro de um amigo que, viajando por Portugal, decidiu comprá-lo.Tenho o costume de emprestar meus livros a ele. Todos os que gostava, repassava, em seguida, para que lesse. Hoje em dia, já nem me dou ao trabalho. Ele mesmo vem, analisa minha estante e leva o que quiser.Quanto ao exemplar não fazer parte da “coleção”, é uma pequena mania minha de comprar os livros do autor todos da mesma editora, no mesmo padrão. E, claro, não me importei que este fosse diferente. Muito pelo contrário. Foi uma boa surpresa, com uma dedicatória que me deixou um bocado emocionada.

“Um pouco para quem já me proporcionou um tanto.
Comprei este livro para mim, mas lembrei de alguém que cuidaria melhor dele. Espero que não se importe com o fato de este exemplar não fazer parte da sua coleção.

Com muito carinho, do seu bom amigo

Daniel

02.02.2012

P.S.: Quero emprestado.”


> Claraboia . José Saramago

>Enviada por:Leda Ferrro (coleção particular)

>Ela conta: Ganhei este livro de um amigo que, viajando por Portugal, decidiu comprá-lo.

Tenho o costume de emprestar meus livros a ele. Todos os que gostava, repassava, em seguida, para que lesse. Hoje em dia, já nem me dou ao trabalho. Ele mesmo vem, analisa minha estante e leva o que quiser.

Quanto ao exemplar não fazer parte da “coleção”, é uma pequena mania minha de comprar os livros do autor todos da mesma editora, no mesmo padrão. E, claro, não me importei que este fosse diferente. Muito pelo contrário. Foi uma boa surpresa, com uma dedicatória que me deixou um bocado emocionada.


“Marina,tu é o meu Oskar Schell.
Laila”>Extremamente Alto & Incrivelmente Perto . Jonathan Safran Foer
>Enviada por Marina Jordá
>Ela conta: Recebi o livro pelo correio, presente de uma pessoa querida que há muito resolveu desbravar o mundo, e desde então não nos vimos mais, nos falamos pouco e deixamos muito por dizer…
Na dedicatória, ela conta que sou seu Oskar Schell. E uma dedicatória tão simples me pareceu extremamente misteriosa! Passei meses pensando sobre o significado daquilo. Talvez fosse pelo fato de ser vegana e repleta de semi-profissões nada práticas em um mundo puramente funcional. Ou talvez soubesse tanto de mim, que conhecia a minha maneira de catalogar tudo, - em um esforço extremamente desorganizado, muitas vezes beirando o simplório - procurando assim manter vivas algumas memórias. 
Mas o que procurei do início ao fim foi alguma característica negativa com a qual pudesse me identificar. Não encontrei. Pelo contrário. Me envolvi com cada personagem e situação. A perda, a mensagem transformada em segredo, a busca pela chave, as cicatrizes do avô, o fotógrafo de guerra, e cada detalhe da bela aventura.   
Acredito que ambas continuamos seguindo em busca dos sentidos da vida, catalogando miudezas que nos motivam. 
E seu envelope com a chave continua aqui, esperando pelas aventuras que nos trarão respostas.

“Marina,

tu é o meu Oskar Schell.

Laila”


>Extremamente Alto & Incrivelmente Perto . Jonathan Safran Foer

>Enviada por Marina Jordá

>Ela conta: Recebi o livro pelo correio, presente de uma pessoa querida que há muito resolveu desbravar o mundo, e desde então não nos vimos mais, nos falamos pouco e deixamos muito por dizer…

Na dedicatória, ela conta que sou seu Oskar Schell. E uma dedicatória tão simples me pareceu extremamente misteriosa! Passei meses pensando sobre o significado daquilo. Talvez fosse pelo fato de ser vegana e repleta de semi-profissões nada práticas em um mundo puramente funcional. Ou talvez soubesse tanto de mim, que conhecia a minha maneira de catalogar tudo, - em um esforço extremamente desorganizado, muitas vezes beirando o simplório - procurando assim manter vivas algumas memórias. 

Mas o que procurei do início ao fim foi alguma característica negativa com a qual pudesse me identificar. Não encontrei. Pelo contrário. Me envolvi com cada personagem e situação. A perda, a mensagem transformada em segredo, a busca pela chave, as cicatrizes do avô, o fotógrafo de guerra, e cada detalhe da bela aventura.   

Acredito que ambas continuamos seguindo em busca dos sentidos da vida, catalogando miudezas que nos motivam. 

E seu envelope com a chave continua aqui, esperando pelas aventuras que nos trarão respostas.



“Gleise,
para estudar em tempos de calma,consultar em momentos de emergênciae, principalmente, para se divertircom o entendimento desse tal discurso.
(Não empreste este pra ninguém)
Beijo!MariAbril / 2012”

>Fragmentos de um Discurso Amoroso . Roland Barthes
>Enviada por Gleise Marino (coleção particular)
>Ela conta: Ganhei um presente lindo da Mari. Um livro que adoro e que há alguns anos emprestei para uma amiga que desapareceu. Com o livro e tudo. “Fragmentos de um discurso amoroso”. Reencontrei um texto perdido. Com isso, reencontrei também a sensação de que o sentimento amoroso é uma linguagem universal, comum aos mortais. O que me traz conforto e a sensação de ser normal. Adorei!

“Gleise,

para estudar em tempos de calma,
consultar em momentos de emergência
e, principalmente, para se divertir
com o entendimento desse
tal discurso.

(Não empreste este pra ninguém)

Beijo!
Mari
Abril / 2012”



>Fragmentos de um Discurso Amoroso . Roland Barthes

>Enviada por Gleise Marino (coleção particular)

>Ela conta: Ganhei um presente lindo da Mari. Um livro que adoro e que há alguns anos emprestei para uma amiga que desapareceu. Com o livro e tudo. “Fragmentos de um discurso amoroso”. Reencontrei um texto perdido. Com isso, reencontrei também a sensação de que o sentimento amoroso é uma linguagem universal, comum aos mortais. O que me traz conforto e a sensação de ser normal. Adorei!

*Alimenta mais que bombom!Se as coisas são inatingíveis…ora! Não é motivo para não querê-las…
Que tristes os caminhos, se não fosse a presença das estrelas!Obrigada por me atingir com seu brilho de estrela.Te amo! Marta.

>Nova Antologia Poética . Mario Quintana
>Enviada por Máyra Luna (coleção particular)
>Ela conta: Esse livro foi um presente que minha mãe ganhou de uma amiga em um desses amigos ocultos de fim de ano. Ela perguntou qual seria o melhor presente que ela gostaria de ganhar e minha mãe respondeu uma caixa de bombom. No dia do amigo oculto ela apareceu com o livro e disse: “Alimenta mais que bombom!”

*Alimenta mais que
bombom!

Se as coisas são inatingíveis…ora!
Não é motivo para não querê-las…

Que tristes os caminhos,
se não fosse a presença das estrelas!

Obrigada por me atingir com seu brilho de estrela.

Te amo!
Marta.


>Nova Antologia Poética . Mario Quintana

>Enviada por Máyra Luna (coleção particular)

>Ela conta: Esse livro foi um presente que minha mãe ganhou de uma amiga em um desses amigos ocultos de fim de ano. Ela perguntou qual seria o melhor presente que ela gostaria de ganhar e minha mãe respondeu uma caixa de bombom. No dia do amigo oculto ela apareceu com o livro e disse: “Alimenta mais que bombom!”